sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Novo site!

Olá pessoal!

Estou com uma novo site, venha conferir!

 
Obrigado, e até a próxima.


domingo, 19 de agosto de 2012

Mais uma partitura.

Olá pessoal, estou postando mais uma partitura que uso com meus alunos.
Até mais.



sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Atenção



Pessoal mudei a direção do meu blogger, em vez de

 

 www.musicalizacaoinfantilmi.blogspot.com.br agora é:

 

www.dacunhamusickids.blogspot.com.br

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Educatrix Edição Especial Música

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Mais um ótimo trabalho desta pessoa que realmente mudou minha forma de dar aula para os meus alunos.

Roseli Lepique é professora de Música no Colégio Miguel de Cervantes, em São Paulo, há 22 anos, Psicopedagoga (Instituto Sedes Sapientiae) e Psicomotricidade (ISPE - GAE e OIPR - Paris).

Autora dos livros "Canciones Infalntiles Versión Iberoamericana" (MEC - Espanha) e "Músicas Folclóricas Brasileiras" - volumes I e II (Editora Tons). Criadora da Flauta Pedagógica Lepique, instrumentos de sopro que proporciona estímulos sensoriais e proprioceptivos que favorecem o desenvolvimento grafomotor e uma aquisição da letra cursiva mais eficiente.

Sites com links para esta publicação:



Bom espero, que desfrutem deste material.
Eudes Da Cunha.

sábado, 30 de junho de 2012

A Flauta Pedagógica Lepique otimizando a Grafomotricidade


Dizia Camões: “mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, muda-se o ser,muda-se a confiança. Todo o mundo é composto de mudança, tornando sempre novas qualidades...”
As mudanças nem sempre são positivas. Nem sempre são negativas. Toda mudança envolve ambos os aspectos. Como educadores devemos aproveitar os aspectos positivos e criar estratégias para sanar os negativos, diminuindo, sempre que possível, seus efeitos no processo educativo.
Nos últimos anos, o desenvolvimento cognitivo de nossas crianças é mais acelerado. Elas estão expostas a um grande número de estímulos e isso é natural. Faz parte do processo evolutivo. Porém,suas vivências corporais estão empobrecidas, logo, o desenvolvimento psicomotor não está no mesmo nível que o cognitivo. O que acontece? Crianças que têm um potencial cognitivo enorme, porém, não conseguem expressá-lo: “o corpo não acompanha o ritmo do pensamento”. Elas têm as ferramentas, mas não conseguem usa-las. Resultado? Problemas grafomotores, atencionais e de limites. As crianças não conhecem seu próprio corpo do ponto de vista da funcionalidade, logo, não sabem utilizar partes separadas. Ao escrever, por exemplo, utilizam pressão e tensão em todo o corpo e na realidade, o corpo.deveria estar em repouso concentrando energia e fornecendo suporte tônico para o movimento principal (escrever). Além disso, como estão expostos à lápis e canetas precocemente, desenvolvem uma preensão inadequada o que gera fadiga muscular e tensão residual. Consequentemente, ao escrever algum aspecto falhará devido ao gasto desnecessário de energia: a ortografia, o ritmo da escrita, o conceito ou a letra. Cada criança prioriza um aspecto. Geralmente a maioria deixa a letra como última opção.

Muito bem! Esclarecido! Mas, o que podemos fazer?

Criar alternativas, preferencialmente lúdicas, para “ensiná-las” a usar o corpo, primeiro de forma global (o corpo todo) e depois de forma específica (partes segmentadas), ou seja, respeitando as leis neuropsicomotoras de desenvolvimento: do grande para o pequeno, do todo para partes, de cima para baixo, de dentro para fora, etc. O uso do corpo e de suas partes deve ser significativo, consciente e voluntário: as crianças devem saber os objetivos dos jogos e atividades, que parte do corpo pode e deve ser utilizada, como cada uma se move que parte realiza o movimento principal, etc.
Como atividade especifica apresento a flauta pedagógica Lepique, resultado de 3 anos de pesquisa, estudo e aperfeiçoamento com resultados positivos: 85% das 280 crianças que utilizaram a flauta de acordo com as premissas filosóficas psicomotoras, passaram a utilizar preensão adequada do lápis adquirindo maior fluência, ritmo e diminuição do cansaço durante as atividades escritas.
Além disso, os dedos polegares e indicadores de ambas as mãos não se movem possibilitando um estímulo sensorial riquíssimo que estimula a dissociação digital (mover os dedos de forma independente), habilidade importantíssima no ato gráfico.
Outro aspecto fundamental é que com a flauta, as crianças aprendem a respirar pelo nariz (aspecto fundamental no processo atencional,básico para qualquer tipo de aprendizagem). Sem falar nas questões sociais envolvidas: uma nota não cria uma canção! Cada um é importante. Tocamos juntos e juntos fazemos música!

Roseli Lepique

Psicomotricista, Pedagoga Musical, Psicopedagoga.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Cursos de Julho

XVIII Curso Internacional Sobre o Método Kodály
Prof. Carlos Miró Cortez
Os fundamentos estéticos e pedagógicos do Conceito Kodály e sua aplicação na escola básica e noutros níveis da educação geral e musical.
Instrumentos da alfabetização musical kodalyana: o canto, o manossolfa, o solfejo relativo (dó móvel), um repertório selecionado e graduado.
A seleção de repertórios folclóricos e eruditos, tradicionais e contemporâneos. A prática coral que dá acesso à polifonia dos grandes mestres.
Orientando uma metodologia de ensino de acordo com o Conceito Kodály no contexto da escola regular. Situando o Conceito Kodály em relação a outras pedagogias musicais.

Carlos Miró Cortéz nasceu no Chile, é formado pela Escola Experimental Superior de Educação Artística e pela Universidade do Chile e pela Academia Liszt de Budapeste, e é doutor em Etnomusicologia pelo Instituto da Academia de Ciências Húngara. Foi professor titular do Instituto Zoltan Kodály, em Kecskemet, Hungria e atualmente vive no Chile, onde é chefe de departamento na Universidade Católica de Valparaíso e professor na Universidade Andrés Bello. Tem publicados artigos e livros voltados à música folclórica e à aplicação do Método Kodály.


Adaptação Brasileira De Kodály

Profas. Débora Baptista e Maria Tereza Gonzaga
Musicalizando na escola brasileira segundo o conceito Kodály. Canções, jogos, exercícios e brincadeiras em abordagem kodalyana.
Maria Tereza Gonzaga é mestre em Musicologia pela UNESP. Participou de cursos de especialização de piano em Lion (França) e Salzsburgo (Áustria). Atuou por 12 anos como pianista correpetidora na Universidade Livre de Música colaborando com o cantor Francisco Campos Neto, com quem se apresentou em várias salas de concerto. Trabalha com a pedagogia Kodály há 17 anos com crianças e adultos. Integra a direção do Conservatório Musical Brooklin Paulista.
Debora Barros Baptista, regente coral e professora de piano e musicalização no Conservatório Musical Brooklin Paulista há cerca de 10 anos. Graduada em Música pela Faculdade de Música do Conservatório Musical de Santos, pós-graduada em Educação Musical Brasileira pela Universidade Anhembi Morumbi e participante dos cursos bienais de verão ministrados pelo Instituto Kodály em Kecskemét, Hungria.

X Oficina de Rítmica de Dalcroze
Prof. Iramar Rodrigues

A Pedagogia Dalcroze e sua filosofia – Uma Pedagogia por Música e para Música:
A importância do Método Dalcroze na educação do ser humano. O movimento corporal em relação à música e ao espaço Correlação direta entre corpo, ritmo, movimento e criatividade . Elementos da Rítmica de Dalcroze: Tempo, rítmica, métrica e coordenação motora. Relação entre os esquemas: Temporais, Espaciais e Corporais
Imaginação e Criatividade Correlação entre a linguagem musical e a Rítmica: Movimento Sonoro. Improvisação vocal e instrumental.
Prática Pedagógica:
Aplicação das estratégias pedagógicas em diferentes níveis do ensino musical através da elaboração de exercícios e planos de atividades.
Iramar Rodrigues é brasileiro radicado na Suíça, é professor licenciado do Instituto Jaques-Dalcroze de Genebra, das disciplinas solfejo, rítmica, improvisação e pedagogia da rítmica e do solfejo. Ministra cursos e conferências na Europa, na Ásia, nos EUA, no Brasil e em países da América espanhola. Dirigiu cursos em várias universidades espanholas, como as de Madri e Barcelona. Exerceu cargos de direção na Federação Internacional de Professores de Rítmica - F.I.E.R., com 2000 membros em vinte e dois países.


A MUSICALIZAÇÃO DE ADULTOS
- profa. Hannelore Bucher

Com foco no piano, este curso se destina a professores de instrumento interessados em otimizar o aprendizado do aluno que inicia ou retoma tardiamente a seus estudos musicais.

Assunto pouco abordado em aulas regulares, MUSICALIZAÇÃO DE ADULTOS merece ênfase especial por causa das limitações e peculiaridades próprias da vida adulta (tempo, imediatismo, tensão muscular, responsabilidade, ampliação de conhecimento, novos interesses etc.) Para o professor que ensina piano ao adulto (e outros instrumentos) é necessário ter em mente alguns aspectos psicológicos importantes desse grupo. São importantes abordagens específicas na teoria, harmonia, técnica, memorização e leitura.

Hannelore Bucher é educadora, escritora, instrumentista, palestrante e médica. A preocupação com um processo eficiente de aprendizagem aliada à sensibilidade às necessidades e à individualidade dos alunos levou-a a pesquisar e escrever obras que respondessem aos anseios de profissionais de música e que conduzissem os alunos por um caminho mais natural, rápido e eficaz nos seus estudos.

Seu enfoque pedagógico também se fundamenta no seu conhecimento de medicina (anatomia, fisiologia, neurociências e psicologia). Os conteúdos são abordados de forma holística, visual, auditiva, cinestésica e contextualizada, considerando, assim, o perfil de aprendizagem de cada estudante.
O resultado das pesquisas é um montante de vinte e quatro obras que abrangem teoria musical, harmonia, solfejo, ritmo, história da música, método para piano, arranjos para repertório, método para teclado e treinamento auditivo.

Harmonia funcional,
profa. Hannelore Bucher

Este é um treinamento teórico-prático destinado a alunos e professores que desejam aprender a harmonizar, rearmonizar e improvisar;
Músicos de qualquer instrumento e canto (com ênfase em piano);
Profissionais que desejam conhecer melhor o raciocínio da música que estão tocando ou ouvindo;
Professores que lecionam teoria musical, especificamente sobre escalas, acordes e harmonia vocal e instrumental;
Músicos que desejam ter a base teórica necessária para começar a arranjar e improvisar.
Horário dos cursos:

Manhãs:
Curso Kodály: de 3ª f. a sábado, de 8h30 às 12h30
Harmonia Funcional: de 4ª.f a sábado, de 8h-12h00
Tardes:
Curso Dalcroze: de 3ª f. a sábado, de 14h às 18h
Adaptação Brasileira: de 3ª f. a 5ª.f, de 14h às 15h30
Musicalização de Adultos: de 5ª.f a sábado, de 16h-18h (5ª. f) e de 14h-18h (6ª. f e sábado)

As possibilidades de fazer mais de um curso são:
Kodály + Dalcroze
Kodály + Adaptação
Kodály + Adaptação + Musicalização
Kodály + Musicalização
Dalcroze + Harmonia
Harmonia + Musicalização
  Harmonia + Musicalização + Adaptação
Harmonia + Adaptação
QUADRO DE HORÁRIOS

3ª.f 4ª.f 5ª.f 6ª.f sábado
Manhã (8h30-12h30) Kodály Kodály Kodály Kodály Kodály
Manhã
(8h-12h00) Harmonia Harmonia Harmonia Harmonia
intervalo
Tarde
(14h-18h) Dalcroze Dalcroze Dalcroze Dalcroze Dalcroze
Tarde
Adaptação
(14h-15h30) Adaptação
(14h-15h30) Adaptação
(14h-15h30) Musicalização
(14h - 18h) Musicalização
(14h - 18h)
Musicalização
(16h18h)

sábado, 12 de maio de 2012

Dias das Mães 2012 (Colégio Guararapes)


Olá a todos?

Este e um pequeno vídeo do grupo de Flauta Pedagógica Lepique, na apresentação do dia das Mães.
Alunos do 1º Ano.

http://www.youtube.com/watch?v=mlsQqRVmvEI&feature=share
http://www.youtube.com/watch?v=89zJCU3RPg8

Abraços, até mais.

Eudes Da cunha.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Aula de música para crianças de 3 a 6 anos

 Jogo do andamento: Rápido e Lento.
Este jogo e para trabalhar noções de andamento das músicas.

A Tartaruga e o Coelho; metade das crianças veste as orelhas de coelho e a outra metade os cascos de tartaruga. Selecione diversas músicas, rápidas e lentas, e coloque uma de cada vez, ou se preferir pode tocar uma única música mudando o seu andamento. Se for rápida, os coelhos atravessam a sala andando, no andamento da música, ouvindo a pulsação. Se for lenta as tartarugas atravessam devagar. Depois as crianças trocam as fantasias com os colegas (quem era tartaruga vira coelho e vice-versa) e continuam a bringadeira.

Até mais.
Eudes Da Cunha.

domingo, 22 de abril de 2012

Aula de música para crianças de 2 a 3 anos.


Jogo da pulsação, Sons fortes e fracos.

Aula: duração 30 min. ( 3 aulas)

1.       Conteúdo: Pulsação, sons fortes e fracos.

2.       Objetivo: desenvolver a escuta atenta da pulsação, sons fortes e fracos.

3.       Material necessário: aparelho de CD,

Descrição do jogo da Pulsação: Duração 5 min.

Inicia o jogo com a “Borboletinha”. Com as crianças caminhando pela sala ou pátio na pulsação, batendo palmas, com isso a criança interioriza o pulso da música, brincando. (repetir quantas vezes necessárias).

Sons fortes e fracos:

No segundo momento vamos trabalhar os sons fortes e fracos, deixe a disposição sala ou pátio os instrumentos do mesmo tipo para ser explorados: (ganzás, pau de guizo, palminhas, chocalhos, platinelas, clavas).

Descrição do jogo:
1.       O professor toca no tambor um som forte e um som fraco demonstrando para as crianças as diferenças. Deixe as crianças manipulá-los e explorar para descobrir os diferentes sons. Valorize as explorações e incentive todo grupo.
2.       Em seguida ao executar novamente um dos sons, por exemplo: tocar o som forte as criança devem reagir de acordo ao estimulo sonoro, ficam em posição de tensão, e quando o professor tocar o som fraco, as crianças ficam em posição de relaxamento, assim elas estão vivenciando com o próprio corpo os sons fortes e fracos.
3.       Em momento posterior, mostre para as crianças como se costuma utilizar os instrumentos.
4.       Brincar com as crianças é fundamental para o aprendizado, quando o professor der um sinal simbolizando o forte, eles tocaram os instrumentos forte, com outro sinal simbolizando o fraca, tocaram os instrumentos fracos, e para o silêncio utilize o seguinte comando “o instrumento dormiu”, com isso as crianças saberá que é para fazer silêncio. Treine sinais simples de regência, ensine a criança a valorizar o silêncio.
Nesse jogo o importante e a brincadeira, explorem nuances de intensidade e velocidade dos sons.
Nosso objetivo sempre será proporcionar para as crianças um ensino divertido, com jogos lúdicos e brincadeiras.
1º Estrutura das duas primeiras aulas:
1.       Jogo da Pulsação (5 min.)
2.       Jogo dos sons forte e fracos: (20 min.)
3.       Canção para guardar os instrumentos e relaxamentos. (5 min.)

Espero que este jogo, venha ajudar a todos.
Bom pessoal até mais.

Eudes Da Cunha.